Grace Passô: Ficções Sônicas
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Grace Passô: Ficções Sônicas

Nascida em Belo Horizonte, Grace Passô é atriz, dramaturga e diretora de teatro. Tem criações autorais no teatro e cinema, além de produções em parceria com artistas multidisciplinares. Um de seus últimos trabalhos, a peça de teatro e média-metragem Vaga Carne, inaugura o projeto Grãos da Imagem, que tem como uma de suas pesquisas o mergulho em dimensões sonoras da palavra. De griô a vocalista de textos teatrais, experimenta invenções que desafiem noções estáveis da linguagem. Atuou em filmes recentes como Praça Paris, No coração do mundo e Temporada, pelo qual ganhou prêmio de melhor atriz no Festival de Brasília de 2018. Também foi premiada no teatro pelo Shell SP e RJ, APCA e Prêmio Leda Maria Martins. Ficções Sônicas é uma imaginação sonora da peça radiofônica Pra Dar Um Fim no Juízo de Deus, de Antonin Artaud, mergulhada na noção de não-lugar de experiências diaspóricas. Disparada pelo termo desenvolvido pelo escritor Kodwo Eshun, a obra reúne os músicos Barulhista, Maurício Badé e Thelmo Cristovam em faixas musicais distintas, dialogando com a voz de Passô. “É um fazer vibrar o futuro nesse texto antigo que sempre teve o futuro em si. É uma evocação de palavras resistentes a automação da sensibilidade. É um encontro entre aliens.” A obra Ficções Sônicas é uma coprodução com a Fundação Bienal e integra a rede de parcerias da 34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto.
Macunaíma Gourmet - Teatro - Trilha sonora original (2017)
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Macunaíma Gourmet - Teatro - Trilha sonora original (2017)

FICHA TÉCNICA Direção: Eid Ribeiro e Eduardo Felix Dramaturgia: Eduardo Felix e Marina Viana. Livremente inspirado na obra Macunaíma de Mario de Andrade Direção Artística: Eduardo Felix Elenco: Aurora Majnoni, Cora Rufino, Eduardo Felix, Igor Godinho, Liz Schrickte, Mariana Teixeira, Marina Arthuzzi, Preto Amparo e Rômulo Braga Consultoria Etnológica e de Movimento do Ator: Andreia Duarte Trilha Sonora: Barulhista e Eduardo Felix Preparação Musical: Di Souza Iluminação: Bruno Cerezoli Auxiliar Técnico: Fabricio Corrêa Mendes Coordenação de Oficina: Eduardo Felix, Aurora Majnoni e Mauro Carvalho Construção dos Bonecos, Cenografias e Acabamentos: Ana Montes de Miguel, Antônio Lima, Aurora Majnoni, Cora Rufino, Daniel Bowie, Denner Moisés, Eduardo Felix, Flávia Guerra, Iara Drumond, Igor Godinho, Liz Schrickte, Mariana Teixeira, Marina Arthuzzi, Marcos Moura, Mauro Carvalho, Preto Amparo, Raimundo Bento, Rômulo Braga Modelagem: Antônio Lima, Aurora Majnoni, Cora Rufino, Eduardo Felix, Igor Godinho, Mariana Teixeira, Marcos Moura, Rômulo Braga Pintura: Ariel Ferreira, Ana Montes de Miguel, Antônio Lima e Raimundo Bento Cenografia: Eduardo Felix Cenotécnico: Nilson Santos Criação das Máquinas da FCC: Daniel Bowie Figurinos: Ana Montes de Miguel, Clarice Rena e Heloísa Ferreira Rocha Adereços: Ana Montes de Miguel, Camila Polatscheck e Clarice Rena Assistentes de Figurino e Adereços: Ana Clara Rena, Carla Fernanda, Gabriela Cerasoli, Gabrielle Marques, Mayra Morais, Nathan Rodrigues Motta, Rainier Pironi Cabelos dos Bonecos: Camila Polatscheck Maquiagem: Linda Paulino Aprendizes Voluntários: Bárbara Veronez, Eloá Mata, Fabrício Lins, Thiago Dutra Projeções: Viquitor Burgos Produção: Marina Abelha Produção Executiva: Flávia Guerra, Gabriel Zocrato e Thiago Dutra Gestão Financeira e Jurídica: Fabrício Lins Produção Internacional: Javier Chavez Arte Gráfica: Liz Schrickte Assessoria de Imprensa: Ângela Azevedo e Thalita Matta Machado Fotografia: Daniel Moreira e Hugo Honorato Colaboradores: Ana Clara Viana, Jasmim Drumond, Marcelo Souza, Pedro Ton, Thamara Madeiro
FAUNA - Teatro - Trilha sonora original (2016)
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FAUNA - Teatro - Trilha sonora original (2016)

"Fauna" é o sexto espetáculo do Quatroloscinco. Estreado em setembro de 2016, dá continuidade à pesquisa iniciada com "Ignorância" (2015). Nesta montagem, Italo Laureano e Rejane Faria assumem a direção, enquanto Marcos Coletta e Assis Benevenuto assinam texto e atuação. Chamada de 'peça-conversa', "Fauna" rompe a narrativa tradicional, atenuando os limites físicos entre palco e plateia e criando um circuito de situações que levam o espectador para dentro da cena. Referenciada pela obra "O circuito dos afetos: corpos políticos, desamparo e fim do indivíduo", do filósofo Vladimir Safatle, a peça discute temas como violência, desejo, liberdade, confissão e desamparo. Relações e interações que criam e destroem aproximações e expectativas, evidenciando os corpos como instrumentos políticos e sociais. A extinção da espécie humana, enquanto consciência de nossa estadia passageira pelo planeta, assim como as marcas deixadas pela nossa era, também são motores criativos da peça. A relação interativa e aberta com o espectador busca sobrepor indivíduo e coletivo para explorar o convívio e o encontro como forças transformadoras capazes de quebrar padrões. Sinopse: "Ei, você me conhece? Posso me aproximar? Eu sou só um animal vivo." Nesta peça-conversa, dois atores convidam o público a explorar a dimensão política dos afetos. Corpos e discursos se misturam e se confundem para desconstruírem identidades pessoais e coletivas. Equipe de criação: Direção: Italo Laureano Assistência de direção: Rejane Faria Texto e Atuação: Assis Benevenuto e Marcos Coletta Orientação Vocal: Ana Hadad Orientação Corporal: Rosa Antuña Provocação Criativa: Alexandre Dal Farra Cenografia: Ed Andrade Iluminação: Rodrigo Marçal Trilha Sonora Original: Barulhista Figurino: O grupo Projeto Gráfico: Estúdio Lampejo Assessoria de imprensa: V5 Comunicação Fotografia de Cena: Guto Muniz Fotografia de divulgação: José Jr. Video: Janaína Patrocínio - JPZ Comunicação Produção: Maria Mourão Realização: Quatroloscinco - Teatro do Comum © 2016 - Todos os direitos reservados. Inscreva/Subscribe: https://www.youtube.com/comeceiaser Siga/Follow: https://twitter.com/barulhista Curta/Like: https://www.facebook.com/Barulhista/ Instagram: http://instagram.com/barulhista Website: http://barulhista.com/